Fábio Sanchez
FÁBIO SANCHEZPsicanalista

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Principais Tratamentos

Ansiedade e Angústia

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Muita expectativa, ou alguma angústia que insiste mas não se explica, podem provocar o corpo e virar… mais

Famílias e casais

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Os novos arranjos familiares, assim como os desafios mais tradicionais, pedem uma análise aberta a n… mais

Depressão

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Um dos estados mais incompreendidos, a depressão é uma mudança em como a vida é percebida. Há uma au… mais

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O amor e a relação com os outros estão na base da psicanálise. Nosso relacionamento com mãe e pai, c… mais

Fobias e medos

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A estafa e o esgotamento físico e mental comumente são relacionados ao trabalho, estudo ou a relaçõe… mais

Fábio Sanchez

Minha história na Psicanálise

O estudo da psicanálise começou em 2002 com cursos no Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. Em 2008, ali conclui Extensão Universitária em Clínica Psicanalítica: Conflito e Sintoma, para em seguida iniciar grupos de estudos da obra de Sigmund Freud, sendo o mais extenso deles sob orientação da professora Noemi Moritz Kon, por sete anos. No Sedes, integrei a formação do curso de especialização Família e Casal na Atualidade – Construindo Práticas de Atendimento. Também sou formado, na mesma instituição, no curso de aperfeiçoamento Terapia Psicanalítica de Família e Casal.

O mestrado, defendido pelo Instituto de Estudos da Linguagem (Unicamp) em 2013, baseou-se no instrumental psicanalítico para focar o sujeito em sua relação com o ambiente e os grupos.

No Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo, uma comunidade orientada de acordo com o ensino de Sigmund Freud e Jacques Lacan e filiada à Internacional dos Fóruns do Campo Lacaniano, integro desde 2018 as Formações Clínicas, a Rede de Pesquisa Sobre as Psicoses e a Rede de Pesquisa Corpo, Arte e Tecnologia.

No início de 2025, formei-me em Arteterapia, em curso de especialização pela Unip, dando seguimento a uma pesquisa pessoal sobre os vínculos entre arte e clínica. Em seguida, fui convidado a alguns desafios, como colaborar com o Instituto Casa do Todos, focado em saúde mental, com atuação há mais de 20 anos, e no Centro de Apoio ao Deficiente Visual (Cadevi), esta com mais de 40 anos de atividades.

Minha graduação, ainda no século passado, foi em jornalismo, e meu interesse imediato pelo mundo psi surgiu enquanto editor de comportamento em revistas como Veja, Istoé, Marie Claire e Crescer.

Minha Formação

  • Mestre pelo Instituto de Estudos da Linguagem (Unicamp)
    Instituição: Unicamp
  • Especialização em Família e Casal na Atualidade – Construindo Práticas de Atendimento
    Instituição: Sedes Sapientiae
  • Especialização em Psicoterapia psicanalítica de casal e família
    Instituição: Sedes Sapientiae
  • Aperfeiçoamento em Clínica Psicanalítica: Conflito e Sintoma (I e II)
    Instituição: Sedes Sapientiae
  • Membro das Formações Clínicas, da Rede de Pesquisa Sobre as Psicoses e da Rede Corpo, Arte e Tecnologia do Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo (2018-atual)
  • Especialização em Arteterapia Junguiana
    Instituição: Universidade Paulista - UNIP

Áreas de Atuação

A busca pelo inconsciente

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Na psicanálise, o desafio de encontrar formações inconscientes é enfrentado num ambiente seguro, ínt… mais

Atendimento de Casal

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Atendimento Familiar

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O atendimento familiar é procurado geralmente por um membro da família que identifica conflitos e di… mais

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Ser adulto é uma definição cada vez mais difícil, relacionada a símbolos de responsabilidades e a em… mais

Atendimento Adolescente

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Adolescentes demandam atenção e acolhimento bem característicos, nos quais a transição e novas situa… mais

Atendimento Infantil

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A criança geralmente chega à clínica por indicação dos pais, cuidadores, escola ou médicos, que se p… mais

Minha Abordagem Terapêutica

Um psicanalista é treinado para buscar na fala de seu paciente, em suas escolhas, silêncios, senso de humor, sintomas, atos falhos e relatos de sonhos; as manifestações do inconsciente.

Outra busca é pelo desejo. Esta descoberta é sempre reveladora, e na trilha ao seu encontro vão-se revelando pontos de luz e sombra que têm muito a dizer e aguardam convocação.

Isso para que se possa, de forma organizada e disciplinada, chegando perto de alguma forma desse achado, oferecê-lo ao paciente.

Atendimento Presencial

Atendimento Presencial

O local das sessões é geralmente um consultório com poltronas e divã, silencioso, isolado e o mais c… mais

Atendimento Online

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Desde a pandemia de Covid-19 (2020-22), os psicanalistas tem atendido com mais frequência e debatido… mais

Arteterapia

Estimulada por Carl Gustav Jung e Melanie Klein como um dispositivo para o tratamento psíquico, pensada por Freud e Lacan como uma sublimação ao sofrimento e por Lacan como recurso para um certo equilíbrio entre os registros que estruturam a experiência humana e o psiquismo, a arte sempre foi um canal, consciente ou não, para a conexão e a gestão dos afetos.

Essa aproximação começou a ganhar formas e técnicas cada vez mais estruturadas como arteterapia na primeira metade do século passado, apoiada na psicanálise, por meio de cuidadoras como a americana Margaret Naumburg e a austriaca Edith Kramer; e ampliada pela ação de artistas junto a hospitais como as do britânico Adrian Hill.

No Brasil, realizada pioneiramente pelos psiquiatras Nise da Silveira, junguiana, no Rio de Janeiro; e Osório César, freudiano, em São Paulo, e logo acatada por diversas linhas do pensamento psi em todo o país, a arteterapia vem se estabelecendo um instrumento eficaz como tratamento em si e como apoio às clínicas de psiquiatras, neurologistas e psicanalistas.

Há cada vez mais ensaios clínicos, revisões sistemáticas e metanálises que indicam efeitos positivos da arteterapia sobre diferentes aspectos da saúde, especialmente na saúde mental. Pesquisas recentíssimas tem investigado por exemplo, os resultados surpreendentes obtidos no tratamento da depressão (uma delas aqui). Outros distúrbios, como ansiedade e comunicação deficitária, também estão crescendo no interesse dos pesquisadores, que vem constatando sucesso no tratamento (ver aqui).

Como funciona a arteterapia

Num ateliê terapêutico, o paciente será convidado a se expressar de modo não necessariamente verbal, por meio de técnicas que se baseiam nos dispositivos do trabalho artístico. Pintura, desenho, colagem, teatro, literatura, texturas, cerâmica, música, costura e muitas outras técnicas são utilizadas como canais nos quais o inconsciente busca novos caminhos para realizar-se. E encontrar novas formas de o sujeito habitar o espaço criando.

No encontro com o que o paciente produz, na forma como ele habita sua produção, ele experimenta o desafio do novo, pode localizar afetos que não tinha percebido, mas que apontam caminhos para saber de si. Esse empreendimento íntimo e revelador é rico em efeitos. As formas escolhidas, as cores, o tempo aplicado, a combinação de elementos plásticos e estéticos, a costura cheia de nós, a colagem de uma figura que não gostou, o que se queria fazer mas saiu outra coisa, essa forma de rosto ou essa perna a mais que apareceu… tudo contribui, junto com a fala do sujeito sobre sua produção, para revelar algo que está ali pronto para comunicar algo.

Meu percurso em arteterapia

Arteterapeuta formado pela Pós-Graduação da Universidade Paulista, trabalho com a técnica no meu ateliê terapêutico e em centros de referência em cuidados como o Centro de Apoio ao Deficiente Audiovisual (Cadevi) e o Instituto Casa do Todos. Em minha defesa para obtenção do título de arteterapeuta, estudei as possibilidades de aplicação das técnicas da arteterapia em espaços abertos como praças, parques e áreas verdes, praticando sessões com grupos em dois parques públicos de São Paulo, o Parque Augusta e o Parque Cemucam (situado em Cotia, na Grande São Paulo), no qual eu era conselheiro.

Muito associada à psicologia analítica de Jung e à gestalt de Fritz Perls, a arteterapia também encontra vínculos férteis na psicanálise desde muito precocemente. Freud acreditava que "a espacialidade" é uma extensão do aparelho psíquico, e nisso é aprofundado por Lacan, para quem o espaço em que se produz "parece fazer parte do inconsciente". Minha formação e minha experiência na psicanálise de Freud e Lacan, dois pensadores interessados na arte e no fazer artístico, confirma isso e contribui para aprofundar e dar uma dimensão pessoal ao trabalho com os dispositivos da arteterapia.

O que os pacientes querem saber

Deixei respostas para as dúvidas mais comuns. Caso haja questões que não estejam aqui, pergunte. Entre em contato comigo.

O atendimento psicanalítico precisa ser pensado com o próprio analisante, que vai criar com o analista uma rotina. Comumente, mas isso não é uma regra, se dá por meio de sessões de cerca de 50 minutos (no caso de atendimento de famílias, as sessões são mais longas). A periodicidade depende das demandas do paciente, mas é comum que sejam semanais. Durante as sessões, será pedido ao analisante que fale sobre suas questões. O analista se compromete a buscar em sua fala sinais do inconsciente que estejam a ponto de se manifestar. O ambiente é seguro, nada do que o paciente disser deixará o local onde acontece a sessão.

As primeiras sessões, que chamamos de "entrevistas", servem para que o paciente entenda como é o método de trabalho do analista e perceba se isso o agrada, e para que o analista avalie se tem condições de ajudar o paciente nas demandas que ele traz.

Ao contrário do que muitos pensam e alguns divulgam, o analista interage, acolhe e tem empatia pelo paciente, e suas falas e interpretações acontecem de acordo com a necessidade de cada caso. Mas será pedido ao paciente que fale, porque é na linguagem, e não só na verbal, que está o conteúdo a ser trabalhado pelo analista.

Depende de cada caso e o quanto de conteúdo cada um tem para trabalhar, pois é sempre um atendimento extremamente focado em cada sujeito. Há métodos que estabelecem prazos, como a psicoterapia breve, e também podem ser estabelecidas avaliações periódicas do trabalho analítico, feitas em conjunto pela dupla analista/analisante de tempos em tempos.

É comum que as sessões tenham duração de cerca de 50 minutos, e ocorram uma vez por semana. Porém, não há nada que indique esta periodicidade como uma regra a ser seguida. Isso pode e deve ser combinado em conjunto, de acordo com as demandas apresentadas.

A psicanálise que pratico é um processo de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, que envolve a investigação do inconsciente, das emoções, desejos e memórias do paciente. São utilizadas técnicas de investigação que descubram vínculos entre a história e os afetos do paciente que não estejam claros até o momento.

Sim, qualquer fala no consultório é altamente confidencial e segue os padrões éticos rigorosos da profissão. Nenhuma informação compartilhada durante as sessões deixará o local da análise. Esse "acordo" é fundamental para que se estabeleça uma relação de confiança e fértil entre analista e analisante.

É importante que o paciente fale tudo o que vier à mente durante a sessão, sem freios ou censura, inclusive sentimentos intensos ou desconexos como raiva, e até os direcionados ao analista. Isso porque na psicanálise a transferência, que é a projeção de emoções e experiências passadas, e a associação livre, que é a fala sem censura ou filtro, são fundamentais para o processo terapêutico. Caberá ao analista evitar julgamentos morais e avaliar por que e como acontecem as emoções. Dessa forma, é possível compreender as raízes dos problemas e trabalhar para superá-los.

A terapia psicanalítica tem sido benéfica para problemas emocionais que envolvem inibições, sintomas e angústia, incluindo questões contemporâneas como ansiedade, depressão, transtornos alimentares, as chamadas patologias limite (bipolaridade, borderline etc) e muito mais. É uma técnica e uma prática altamente individualizada, na qual evita-se a aplicação de fórmulas gerais ou soluções pré-concebidas. As soluções serão buscadas em conjunto pelo analista e seus analisantes com base na experiência de cada um e nos resultados que tem sido apresentados ao longo dos mais de 120 anos de prática analítica.

As linhas de trabalho, para todos os profissionais podem variar muito. Mas pode-se dizer que: O psicanalista freudiano trabalha principalmente com o inconsciente da pessoa. Busca isso de várias formas e tenta apresentá-lo ao paciente. Na formação lacaniana, e este também é meu caso, busca o desejo e a posição dos pacientes com relação às questões trazidas. Recorre-se à comunicação dos pacientes (verbal ou não verbal, falas e silêncios), pois se acredita que a linguagem traz o inconsciente. O psicólogo,que aplica um tratamento ainda mais tradicional, tem um trabalho geralmente mais relacionado à investigação da parte consciente e do ego dos pacientes. Recorre a questões comportamentais e a muitos procedimentos terapêuticos. O psiquiatra é um médico focado em diagnosticar e tratar de problemas pontuais apresentados na clínica, e pode ministrar medicamentos como apoio.

Contato

Estou pronto para te ajudar. Entre em contato para agendar uma primeira sessão.

Localização
São Paulo, Cotia (Granja Viana) • SP
Modalidades
Presencial e Online
Atendimento
Individual • Casal • Família • Criança • Adolescente

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